Alerta
Repercussão do caso do cachorro “Orelha” expõe maus-tratos a animais em Aparecida do Taboado
Voluntária da Associação S.O.S. São Francisco relata casos graves registrados no município durante entrevista.
Por Mauro Silva•30/01/2026 às 20:10

Cachorro Orelha, vítima de maus tratos e agressões que o levaram à morte (Foto: Divulgação)
Zilda Zelanti, voluntária da Associação S.O.S. São Francisco, concedeu entrevista nesta sexta-feira (30/01) para manifestar a posição da entidade diante do caso do cachorro “Orelha”, morto com requintes de crueldade em Santa Catarina.
O episódio ganhou grande repercussão em todo o país e até no exterior, sendo tema de debate no programa RCN Notícias, da Rádio Cultura FM.
Durante a entrevista, Zilda alertou que situações graves de maus-tratos e até de execução de animais já foram registradas em Aparecida do Taboado. Segundo ela, a Associação S.O.S. São Francisco já prestou atendimento a animais vítimas de violência extrema, incluindo casos em que cães e gatos foram submetidos à castração realizada pelos próprios tutores, sem qualquer procedimento adequado ou assistência veterinária.
A entidade atua com o apoio de um grande número de voluntários, responsáveis por acolher, resgatar e encaminhar para tratamento animais em situação de rua ou vítimas de maus-tratos. Atualmente, cerca de 150 cães e gatos estão sob os cuidados dos voluntários, que os abrigam temporariamente em suas próprias residências.
O episódio ganhou grande repercussão em todo o país e até no exterior, sendo tema de debate no programa RCN Notícias, da Rádio Cultura FM.
Durante a entrevista, Zilda alertou que situações graves de maus-tratos e até de execução de animais já foram registradas em Aparecida do Taboado. Segundo ela, a Associação S.O.S. São Francisco já prestou atendimento a animais vítimas de violência extrema, incluindo casos em que cães e gatos foram submetidos à castração realizada pelos próprios tutores, sem qualquer procedimento adequado ou assistência veterinária.
A entidade atua com o apoio de um grande número de voluntários, responsáveis por acolher, resgatar e encaminhar para tratamento animais em situação de rua ou vítimas de maus-tratos. Atualmente, cerca de 150 cães e gatos estão sob os cuidados dos voluntários, que os abrigam temporariamente em suas próprias residências.
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