Polícia
Incêndio em fábrica de Aparecida do Taboado foi criminoso, confirma Polícia Civil
Suspeito de 20 anos foi preso e confessou ter provocado o fogo que destruiu parte da estrutura da empresa.
Por Mauro Silva•06/04/2026 às 19:04

Imagens de câmeras de segurança capturaram a ação criminosa na fábrica (Foto: Polícia Civil)
A Delegacia de Polícia Civil de Aparecida do Taboado concluiu as investigações sobre o incêndio que atingiu a fábrica de brinquedos Pais e Filhos/Gala Embalagens, ocorrido no dia 28 de março, e confirmou que o caso foi criminoso. O principal suspeito, um jovem de 20 anos, foi preso e confessou a autoria do crime. As chamas destruíram cerca de 25% da estrutura do prédio e dos produtos armazenados.
A prisão ocorreu na manhã de sábado (04/04), na residência do suspeito. A informação foi confirmada pelo delegado André Stafusa, em entrevista ao RCN Notícias, da Rádio Cultura FM.
A ação contou também com a participação do delegado regional, Dr. Lúcio Fátima, além de investigadores da unidade local.
De acordo com Stafusa, as investigações começaram imediatamente após o incêndio. A análise de imagens de câmeras de segurança, aliada ao apoio da equipe da empresa, indicou que o fogo teve origem intencional.
A prisão ocorreu na manhã de sábado (04/04), na residência do suspeito. A informação foi confirmada pelo delegado André Stafusa, em entrevista ao RCN Notícias, da Rádio Cultura FM.
A ação contou também com a participação do delegado regional, Dr. Lúcio Fátima, além de investigadores da unidade local.
De acordo com Stafusa, as investigações começaram imediatamente após o incêndio. A análise de imagens de câmeras de segurança, aliada ao apoio da equipe da empresa, indicou que o fogo teve origem intencional.

Chegada do autor confesso à delegacia (Foto: Polícia Civil)
Com base nas evidências reunidas, a Polícia Civil solicitou a prisão do suspeito, que foi autorizada pela Justiça.
O jovem foi detido sem oferecer resistência e, durante depoimento na delegacia, admitiu ter provocado o incêndio. Segundo apurado, ele trabalhava na empresa e teria cometido o crime por alegar sofrer bullying de colegas no setor onde atuava — justamente o local escolhido para iniciar o fogo.
Ainda conforme o delegado, o suspeito planejava executar o crime na noite de sexta-feira, mas só conseguiu colocá-lo em prática na noite seguinte.
Ele permanece preso, e está à disposição da Justiça.
O jovem foi detido sem oferecer resistência e, durante depoimento na delegacia, admitiu ter provocado o incêndio. Segundo apurado, ele trabalhava na empresa e teria cometido o crime por alegar sofrer bullying de colegas no setor onde atuava — justamente o local escolhido para iniciar o fogo.
Ainda conforme o delegado, o suspeito planejava executar o crime na noite de sexta-feira, mas só conseguiu colocá-lo em prática na noite seguinte.
Ele permanece preso, e está à disposição da Justiça.
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