Polícia
Funcionário de comércio é preso e confessa desvio de mais de R$ 9 mil da conta de idosa
Segundo a Polícia Civil, vítima entregava o celular desbloqueado ao atendente para pagar parcelas via PIX; suspeito admitiu o crime após ser abordado.
Por Mauro Silva•17/07/2026 às 22:18

Equipe do SIG prendeu o suspeito e o encaminhou à Delegacia (Foto: Arquivo)
A Polícia Civil prendeu em flagrante, na quinta-feira (16/07), um homem de 25 anos suspeito de aplicar um golpe que causou prejuízo de R$ 9.284,56 a uma idosa de 66 anos, em Aparecida do Taboado. O suspeito foi localizado e detido por investigadores da Delegacia de Polícia do município após a descoberta de diversas movimentações bancárias não autorizadas.
O caso começou a ser investigado depois que a vítima procurou a delegacia. Ela contou que tentou fazer uma compra em um comércio da cidade, mas foi informada de que sua conta bancária estava sem saldo. A situação chamou a atenção, já que poucos dias antes ela havia recebido cerca de R$ 9 mil pela venda de um terreno.
Ao verificar o extrato bancário, a idosa descobriu 18 transações que afirmou não reconhecer, entre compras em estabelecimentos comerciais e outras movimentações eletrônicas, que somaram R$ 9.284,56.
Durante o depoimento, a mulher relatou que havia comprado um aparelho celular em uma loja de telefonia e pagava as parcelas mensalmente por meio de PIX. Segundo ela, por confiar no funcionário que a atendia, entregava o celular desbloqueado para que ele acessasse o aplicativo do banco e realizasse a transferência referente ao pagamento.
Ainda conforme a vítima, no último atendimento o funcionário pediu que ela retornasse à loja alegando ser necessário tirar uma fotografia de seu rosto para concluir o procedimento de pagamento. Na ocasião, duas imagens faciais foram registradas utilizando o celular do próprio atendente.
Com essas informações, investigadores do Setor de Investigações Gerais (SIG) iniciaram diligências e conseguiram confirmar o horário exato da última movimentação fraudulenta junto à instituição financeira da vítima.
Na sequência, a equipe analisou imagens de câmeras de segurança de um dos estabelecimentos onde foi feita uma compra contestada. As gravações mostraram o suspeito no local exatamente no momento da transação, utilizando um aparelho celular da empresa onde trabalhava, mas que também era usado por ele para fins pessoais.
Diante das evidências, os policiais abordaram o homem em seu local de trabalho. Segundo a Polícia Civil, antes mesmo de ser questionado, ele afirmou que sabia o motivo da abordagem e confessou ter cometido o crime. Na delegacia, voltou a admitir formalmente os fatos.
Após os procedimentos legais, o suspeito foi autuado em flagrante por estelionato, passou por exame de corpo de delito e permanece preso, à disposição da Justiça.
Alerta
A Polícia Civil reforça o alerta para que a população, principalmente idosos, nunca entregue aparelhos celulares desbloqueados nem forneça senhas ou permita que terceiros acessem aplicativos bancários, mesmo que sejam funcionários de estabelecimentos comerciais. Em caso de movimentações suspeitas, a orientação é comunicar imediatamente a instituição financeira e registrar um boletim de ocorrência.
O caso começou a ser investigado depois que a vítima procurou a delegacia. Ela contou que tentou fazer uma compra em um comércio da cidade, mas foi informada de que sua conta bancária estava sem saldo. A situação chamou a atenção, já que poucos dias antes ela havia recebido cerca de R$ 9 mil pela venda de um terreno.
Ao verificar o extrato bancário, a idosa descobriu 18 transações que afirmou não reconhecer, entre compras em estabelecimentos comerciais e outras movimentações eletrônicas, que somaram R$ 9.284,56.
Durante o depoimento, a mulher relatou que havia comprado um aparelho celular em uma loja de telefonia e pagava as parcelas mensalmente por meio de PIX. Segundo ela, por confiar no funcionário que a atendia, entregava o celular desbloqueado para que ele acessasse o aplicativo do banco e realizasse a transferência referente ao pagamento.
Ainda conforme a vítima, no último atendimento o funcionário pediu que ela retornasse à loja alegando ser necessário tirar uma fotografia de seu rosto para concluir o procedimento de pagamento. Na ocasião, duas imagens faciais foram registradas utilizando o celular do próprio atendente.
Com essas informações, investigadores do Setor de Investigações Gerais (SIG) iniciaram diligências e conseguiram confirmar o horário exato da última movimentação fraudulenta junto à instituição financeira da vítima.
Na sequência, a equipe analisou imagens de câmeras de segurança de um dos estabelecimentos onde foi feita uma compra contestada. As gravações mostraram o suspeito no local exatamente no momento da transação, utilizando um aparelho celular da empresa onde trabalhava, mas que também era usado por ele para fins pessoais.
Diante das evidências, os policiais abordaram o homem em seu local de trabalho. Segundo a Polícia Civil, antes mesmo de ser questionado, ele afirmou que sabia o motivo da abordagem e confessou ter cometido o crime. Na delegacia, voltou a admitir formalmente os fatos.
Após os procedimentos legais, o suspeito foi autuado em flagrante por estelionato, passou por exame de corpo de delito e permanece preso, à disposição da Justiça.
Alerta
A Polícia Civil reforça o alerta para que a população, principalmente idosos, nunca entregue aparelhos celulares desbloqueados nem forneça senhas ou permita que terceiros acessem aplicativos bancários, mesmo que sejam funcionários de estabelecimentos comerciais. Em caso de movimentações suspeitas, a orientação é comunicar imediatamente a instituição financeira e registrar um boletim de ocorrência.
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